domingo, 1 de julho de 2018

Arma Pesada em 3 versões

Em 2015 adquiri uma versão jumbo do Arma Pesada, boneco dos Comandos em Ação que me inspirou a criar o Gladion Rogher, personagem dos livros do Dinâmico R.


Três anos depois, após muito procurar pela internet, encontrei e comprei a versão micro, que havia esgotado logo no primeiro dia da San Diego Comic Con, quando lá estive. Demorou um bocado para chegar, mas agora tenho minha figura de ação nos três tamanhos.

Micro, normal e jumbo.

domingo, 10 de junho de 2018

10º FIQ BH

Estive pela quarta vez no Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, entre 31 de maio e 3 de junho. Antes eu fora em 2005, 2011 e 2013. Agora fiquei apenas dois dias para rever o evento, um dos maiores espaços para quadrinhos independentes do país. É sempre muito bom voltar lá, rever amigos de fora e conhecer novos trabalhos. Desta vez foi uma passagem rápida, só para matar saudade. Quem sabe no próximo, finalmente eu fique no beco dos artistas com um trabalho novo com o Dinâmico Erre...










sábado, 19 de maio de 2018

Temos nosso próprio tempo

A Exposição “Temos nosso próprio tempo” está na Casa de Cultura do Guará até o dia 14/jun e apresenta um vasto acervo de Discos, CDs, panfletos, zones e outros itens sobre o rock de Brasília. E entre os itens expostos está uma revista em quadrinhos com a adaptação de um clipe da Plebe Rude. Olha aí quem é!


E olha que o Dinâmico R exposto nem foi cedido por mim. O que pude contribuir para a exposição foram com alguns CDs raros de bandas locais e dois discos de vinil, um da banda Sepultura e este do Little Quail and the mad Birds autografado.


Vida longa ao rock de Brasília! 🤟🏽

sexta-feira, 30 de março de 2018

Campanha de financiamento coletivo.

Dia 29 de março, completaram-se 18 anos do lançamento do primeiro livro do Dinâmico R. E agora eu quero lançar o terceiro e conto com a ajuda de todos.

Acessem o link clicando na imagem abaixo e colaborem com a campanha de financiamento coletivo para fechar a trilogia do herói de capa, máscara e... boné!


sábado, 23 de dezembro de 2017

Tombamento x grades


O Conselho Regional de Cultura do Cruzeiro vem apoiar a questão das grades do Cruzeiro Novo, mas propõe uma reflexão que chamou nossa atenção.
A decisão do STF se baseia no tombamento de Brasília, o que tem levado alguns moradores em redes sociais a sugerir que o Cruzeiro deixe de ser área tombada. 
Consideramos tal proposta um erro e entendemos que o Cruzeiro é parte importante na área tombada como Patrimônio cultural da Humanidade.
A discussão em torno das grades ocorre em razão da segurança, sem prejuízo do tombamento histórico. O fato do Cruzeiro ter hoje seus pilotis cercados, diferente do que ocorre na Asa Sul e Asa Norte, é por serem as quadras diferentes. Nossos blocos residenciais são rentes às ruas. Não temos Superquadras, com os jardins, a área de circulação de pedestres e um traçado de ruas internas que obrigam os veículos a desacelerar.
Saímos de nossa portaria e já estamos em frente à rua. Quando o Cruzeiro Novo foi construído, não havia previsão para a quantidade de carros que temos hoje. As grades no Cruzeiro Novo se justificaram pelas próprias condições urbanas da cidade.
O Cruzeiro, contudo, faz parte de um contexto maior. Faz parte da capital federal, do plano piloto concebido por Lúcio Costa, que foi consagrado mundialmente como um exemplo de arquitetura e urbanismo. De qualidade de vida.
O Cruzeiro é diferente das Asas Sul e Norte, mas é parte desta cidade. Seu tombamento se justifica pelos fatores históricos que lhe deram origem. Mas é preciso reconhecer que diferenças existem.
A população só instalou as grades quando uma lei autorizou. O fato desta lei ter caído e ferir o tombamento não muda o fato das grades serem uma realidade necessária.
Mais do que proteger as propriedades, protege pessoas que ficam embaixo dos blocos e podem estar sujeitas a acidentes. Crianças brincam embaixo do bloco e ficam menos expostas.
O tombamento por outro lado não deve ser visto como um fardo. Representa proteger a cidade da especulação imobiliária, preservando características como o gabarito de 4 andares e o não aumento da densidade populacional que já é bastante alta.
A busca por uma solução precisa ser conciliatória, atendendo à segurança, mas também preservando um título que é referência mundial. O Cruzeiro não pode fazer tal opção, a qual nem é viável. O Estado precisa assumir seu papel em garantir a nossa segurança e evitar uma vergonha mundial que seria abrir mão de tão importante honraria.

Rafael Fernandes de Souza é vice-presidente do
Conselho Regional de Cultura do Cruzeiro

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Catálogo disponível para web


O Catálogo do acervo da Casa da Memória do Cruzeiro está disponível para download em versão web na plataforma ISSUU. Basta clicar na imagem acima para acessar o arquivo e ter acesso ao seu conteúdo completo.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

58 anos do Cruzeiro-DF


Hoje é mais um 30 de novembro, aniversário de nosso Cruzeiro. Mas nem sempre foi assim. Até os seus 28 anos, não havia tal comemoração. O Cruzeiro era parte do Plano Piloto sem receber o mesmo tratamento por parte do governo. Não era cidade-satélite de fato, e esta ambiguidade levava a um certo descaso por parte das autoridades. Foi pensando nisso que um grupo de moradores, integrantes do departamento cultural da ARUC começou uma pesquisa em arquivos, como o CEDOC do Correio Braziliense e a Novacap, para identificar a data de fundação do Cruzeiro. E se descobriu que a cidade que começou a ser construída em 1958, recebeu os primeiros moradores em 1959. Famílias que vieram para construção por aqui já moravam em habitações provisórias, das quais estava a família de Chico Bombeiro ainda hoje na cidade, mas ao receber a primeira casa de alvenaria, a família de Dona Ivoone ficou com a incumbência de receber os novos moradores. Esta informação foi repassada ao GDF com um dossiê, e em 1987 o então governador José Aparecido assinava o decreto que oficializava 30 de novembro de 1959 como aniversário do Cruzeiro. A partir de então, todos os anos foram não só de comemoração, mas de maior atenção para a nossa região, e o Cruzeiro aos poucos foi recebendo melhor infraestrutura. Uma cidade praticamente pronta, mas que precisa de constante manutenção. Hoje é dia de celebrar nossa história. E isto graças ao trabalho de Helio do Santos, Ismael, José César, Wallemberg, Irineu, Maurício e Cláudio Moreno. São 30 anos de comemorações nesta data.