terça-feira, 12 de maio de 2026

Basquete Brasília vence no Rio

Este é um relato que vale muito a pena de registrar. Estou no Rio de Janeiro ao longo de todo o mês de maio para as aulas do Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural pelo IPHAN. E no último domingo fui ao Ginásio do Maracanãzinho para ver o jogo de basquete entre Brasília e o time local.

Eu sempre gostei de basquete. Não sou fanático como no futebol, mas gosto bastante. Já acompanhei muito a NBA, a própria Seleção brasileira e também o campeonato nacional. Naturalmente torcer pelo time de Brasília era o esperado, mas em paralelo com o Botafogo que supera divisas. Mas fui a muitos jogos do Brasília, especialmente no auge, quando teve os nomes de BSB Universo e Brasília/CEUB. Inclusive tenho a camisa desta época.

Estando no Rio, logo cogitei vir a este jogo. Partida importante dos play-offs, valendo vaga nas semi-finais e com o Brasília de volta à boa fase, agora com um Extraterrestre como símbolo no lugar do Lobo Guará. Sendo uma série melhor de cinco, o Brasília venceu a primeira em casa. As duas seguintes no Rio foram na sexta à noite quando não fui e o time perdeu. A terceira foi essa de domingo à tarde e eu estava lá.

A experiência já foi tensa na entrada. Estamos falando do time de vermelho e preto pelo qual nutro profundo ranço no futebol. E no basquete sempre houve uma grande rivalidade também com o time da capital. Chegando na revista, a segurança não quis deixar eu entrar com a bandeira do DF. Acabei deixando lá fora, mas minha camiseta já representa o quadradinho e lá fui eu. De torcida visitante só eu e outro candango morador do Rio. As outras pessoas eram parentes dos jogadores e éramos poucos mesmo. Ficamos bem perto da quadra, atrás de uma cesta. 

O jogo começou com o time da casa vencendo os dois primeiros quartos, mas no terceiro os nossos ETs deram aula e viraram. Que jogão! E logo atrás da cesta estava a torcida do Brasília. Os mais animados éramos eu e um outro candango morador do Rio, mas como eu estava no nível mais perto da quadra, acabei sendo filmado como se fosse o torcedor solitário.

Eu já recebia mensagens no celular de amigos dizendo que me viram na transmissão do SporTV. Logo as imagens rodaram. Estava no Instagram da emissora e no dia seguinte, teve esta matéria do Globo Esporte DF. A marca dos 15 minutos de fama já foi superada há algum tempo, mas é sempre legal de ver sua imagem em uma situação inusitada. O torcedor solitário segue firme.

Agora é fechar a série em casa. Esta verei pela TV pois ainda estarei pelo Rio, mas na próxima fase volto para casa e estarei no Nilson Nelson.

domingo, 3 de maio de 2026

Agá Quês #2 (RJ)

Fazia um bom tempo que não postava aqui no blog. Preciso retomar a regularidade. Nem postei minhas participações em eventos no final do ano, mas estes estão no instagram: @dinamicoerre.

De passagem pelo Rio de Janeiro onde ficarei por um mês para as aulas do meu Mestrado em Patrimônio Cultural pelo Centro Lucio Costa do IPHAN, vim conhecer o evento Agaquês, bem no bairro de Botafogo. Não tinha como perder. Foi logo no dia que cheguei. Peguei uma bicicleta de aplicativo, encarei uma boa chuva, mas cheguei. Foi uma boa oportunidade para fazer intercâmbio com quadrinistas independentes da cidade.


Os primeiros que conheci foi o casal @isa_bellartes e @prof.martim e trocamos nossos quadrinhos. Ambos são professores de artes e suas obras falam da profissão. Acabei me identificando. Acompanhem as redes deles.


Este é Carlos Amorim, experiente chargista com uma longa carreira. Lembro de suas charges no Jornal dos Sports e em outras publicações quando era criança. Tive a honra de conhecê-lo aqui no Agaquês e trocamos nossos quadrinhos.


Mais uma troca de quadrinhos. Este é o PH Gomes do @derivadoslivroserrantes e sua HQ “O Mascarado do Necropolitano”, que mistura futebol e sobrenatural. Uma mistura intrigante.


E este é o @cartunistakado do Espetaculoso Gordo Aranha. Foi o perfil dele que apareceu para mim no Instagram, divulgando o evento Agaquês bem no dia que chegaria ao Rio. Então vim aqui prestigiar e conhecer os quadrinistas cariocas independentes.

Acabei não ficando mais tempo, pois estava bem molhado da chuva que peguei de bicicleta e voltei logo para hospedagem, mas valeu demais. Muitas obras novas para ler, além de ter divulgado o Dinâmico Erre em terras cariocas.